Chega ao mercado a primeira parte do
álbum ‘O Filho da Lenda’, um dos mais significativos e aguardados de 2025.
Repleto de participações estreladas, um dos destaques fica para o dueto com Gustavo
Mioto
Estreia
no mercado a primeira parte de um dos álbuns mais aguardados da temporada 2025
do mercado sertanejo. Em parceria com a Universal Music e a Rico
Music, ‘O Filho da Lenda’ chega
às plataformas de distribuição digital e canal com Youtube. São 12 novas faixas
registradas por Sami Rico no icônico projeto que reuniu parte da elite da
indústria fonográfica em uma noite majestosa e estrelada, na cidade de
Americana, interior de São Paulo, em abril deste ano. Agora, as canções se unem
a ‘Herói da Velocidade’ e ‘Mensagem do Além’, anteriormente lançadas,
totalizando um primeiro EP robusto, repleto de clássicos e muita emoção. ASSISTA
Dotado
de um talento extraordinário, Sami Rico soltou a voz em uma seleção apoteótica
ao lado de grandes astros. Com uma interpretação primorosa, cheia de entrega e
significado, gravou ‘A Carta’, ‘Solidão/Nenhuma Esperança’ (feat. Gustavo
Mioto), ‘Lugar Abençoado’, ‘Vontade Dividida/Praia Deserta’ (feat. Xand Avião),
‘Tá Vendo Que Não Dá’ - inédita (feat. Hugo Henrique), ‘Ancestrais’, ‘Majestade
Mulher/Agenda Rabiscada’ (feat. Edson & Hudson), ‘Boneca Cobiçada/Levando a
Vida’ (feat. Arielly Dara), ‘Tribunal do Amor/Amor Dividido/Meu Mundo Vazio’,
‘Sessenta Dias Apaixonado/Apaixonado (feat. Corpo e Alma), ‘Porque Chora a
Tarde/Quem Disse Que Esqueci’ (feat. Marcos Paulo & Marcelo) e
‘Homens/Lembranças’ (feat. Clayton & Romário).
Reconhecido
pela extensão e afinação vocal, além do carisma, uma de suas marcas
registradas, Sami Rico carrega um DNA de respeito. É filho do inigualável Zé
Rico (dupla Milionário & José Rico). Em um ano emblemático, onde completa
10 anos de ausência física do pai, subiu ao palco do Recinto da Festa do Peão
de Americana, para fazer uma justa homenagem àquele que possui uma importância
gigantesca na música nacional e em sua própria história. O primeiro audiovisual
de Sami precisava trazer um peso diferente para contar a trajetória e celebrar,
de forma memorável, a obra de Zé Rico.
Sami
provou que o talento foi herdado com maestria. Aos 25 anos, arrancou elogios
dos amigos que lhe abraçaram.
“Talentoso
e técnico ao extremo”, disse Edson. “Sami é um artista extraordinário”,
completou Hudson.
“Foi
uma honra! Sami é maravilhoso”, comentou Arielly Dara.
“Sami
será um dos maiores nomes da música brasileira. É talentoso, calmo, educado,
bonito, simpático, carismático e o principal para a carreira de um artista, que
é a humildade. Isso ele tem de sobra”, falaram Marcos Paulo & Marcelo.
“No
meio de tantos artistas que admiro, poder dividir essa canção com Sami foi um
privilégio gigante”, declarou Xand Avião.
Em
meio a tantos clássicos, um dos destaques é o medley de ‘Solidão/Nenhuma
Esperança’, no belíssimo dueto com Gustavo Mioto.
“Solidão”
integra o 5º volume da carreira do consagrado José Rico, lançada originalmente
em 1977. “O amor é a coisa mais linda do mundo, o que
seria
da gente se não fosse o amor? O amor ao próximo, o amor a Deus”, refletiu José Rico em regravação de
“Solidão” em 2006.
A
segunda canção que compõe o medley foi a música de trabalho de José Rico em
2002, quando fez parte do Vol. 26, no álbum “Dono do Mundo”. ‘Nenhuma Esperança’
recebe a potência vocal de Sami somada ao vibrante timbre de Mioto em melodia e
letra simbólicas como em: “se não quer mais me ver, então não me dê nenhuma
esperança”.
“Eu
e Sami já tínhamos gravado juntos. Como dessa vez eram regravações de duas
músicas que são incríveis, que fizeram história no sertanejo, são referências,
medalhões, fiquei muito feliz em poder mostrar que eu também canto este tipo de
música, já que não gravo sempre. Gostei muito do convite e as faixas ficaram maravilhosas.
Honrado em ter gravado com o Sami”, celebrou Gustavo Mioto sobre a
participação no álbum.
Sami, aos 25 anos, se consolida como herdeiro do timbre e da emoção
do pai, sem deixar de imprimir sua identidade em arranjos modernos e
interpretações intensas. De alma nostálgica, o medley reafirma o respeito e a
importância da obra de José Rico, ao mesmo tempo em que abre caminho para novas
gerações conhecerem e celebrarem a tradicional música sertaneja.

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